Dizem que tudo que é bom dura pouco, né?! Mas a gente tá na metade da nossa conversa ainda —e a saideira promete! A prosa (poética) de hoje reúne dois nomes conhecidos e reconhecidos da cultura da Vale: Lucinho Cruz, de Almenara, e Rubinho do Vale, de Rubim.
Aí abaixo, uma pincelada na trajetória desses dois artistas que são a cara do nosso Jequitinhonha!
LUCINHO CRUZ
Natural de Almenara, Lucinho Cruz cresceu rodeado de música. Ainda nos idos de menino, arriscava-se na sanfona para tentar acompanhar o pai, violeiro. Profissional de áudio especializado na sonorização de festas, eventos e shows, nutriu-se do convívio com nomes como Rubinho do Vale, Saulo Laranjeira e Paulinho Pedra Azul, até assumir os holofotes com seu trabalho autoral. Radicado em Belo Horizonte há três décadas, lançou em 2004 seu disco de estreia, “Seja o que Deus For”, que lhe abriria portas pelo país e o exterior e o levaria a dividir o palco com artistas como Belchior, Renato Teixeira, Xangai, Ed Motta e Cauby Peixoto, dentre outros.
RUBINHO DO VALE
As tradições populares levaram Rubinho do Vale a embrenhar-se pelo universo infantil, onde construiria forte reputação pela via educativa. Mas seu canto cheio de ritmo e alegria vai além, com o olhar sensível para as coisas do interior, a vida, a luta e a esperança do povo brasileiro. Desde a estreia em disco, com o LP "Tropeiro de Cantigas”, em 1982, sua trajetória daria origem a um DVD e outros 22 discos —oito deles, voltados ao imaginário da criança. O reconhecimento público inclui inúmeros prêmios em festivais, além de medalhas, títulos e homenagens oficiais de cidades como BH e Ouro Preto e do Governo Federal. Um exercício de expansão das fronteiras de sua Rubim natal que o tornaria cidadão do mundo.
Dizem que tudo que é bom dura pouco, né?! Mas a gente tá na metade da nossa conversa ainda —e a saideira promete! A prosa (poética) de hoje reúne dois nomes conhecidos e reconhecidos da cultura da Vale: Lucinho Cruz, de Almenara, e Rubinho do Vale, de Rubim.
Mas ninguém faz nada sozinho, devera. E os shows do nosso projeto não seriam tão marcantes sem a retaguarda luxuosa de Augusto Cordeiro na guitarra, Aloizio Horta no baixo e Gladson Braga na bateria —além das intervenções poéticas tocantes no nosso mestre-sem-cerimônia Gonzaga Medeiros!
Chama os amigos e #sintaseemcasa!
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